Talvez, ao me ouvir falar em felicidade, você se pergunte se eu não tenho problemas, se tudo dá sempre certo para mim, se nunca passei por uma grande dificuldade que me tenha deixado marcas, como ocorre com a maioria das pessoas.
É claro que sim, sou como todo mundo. Tenho angústias, fico estressado, as pessoas às vezes me traem, mas eu procuro comer os morangos da vida.
Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo, quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas. Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas do seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo e o urso em cima querendo devorá-lo. Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso. Deu para entender?
Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?"
Dane-se o urso e coma o morango! E as onças?
Azar das onças, coma o morango! Se ele não desistir, a onça ou o urso desistirão....
Às vezes, você está em sua casa no final de semana, com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, sua esposa lhe diz: " Meu bem, relaxe e aproveite o Domingo! ". E você, chateado, responde: "Como posso curtir o Domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?"
Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango.
Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças a arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário. Mas nós precisamos saber comer os morangos, sempre. A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Você pode argumentar: "Eu tenho muitos problemas para resolver."
Problemas não impedem ninguém de ser feliz.
O fato de ter que conviver com chatos não é motivo para você deixar de gostar de seu trabalho.
Coma o morango, não deixe que ele escape.
Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso.
Saboreie os bons momentos.
Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. Mas o importante é saber aproveitar o morango. Coma o morango quando ele aparecer.
Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora.
O futuro é uma ilusão que sempre será diferente do que imaginamos.
As pessoas vêem o sucesso como uma miragem. Como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança. As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixará felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias.
Lembre-se: a felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você... Então, coma os morangos e seja feliz...
Meu nome é Nick Vujicic e eu agradeço a Deus por ser usado como testemunho para tocar milhares de orações ao redor do mundo. eu nasci sem os membros e os doutores não tem qualquer explicação médica para isso. Como você deve imaginar eu enfrentei muitos desafios e obstáculos.
Meus pais são Cristãos, meu pai é pastor. Eles não tiveram tempo para se preparar para o meu nascimento. Todos choraram o meu nascimento, e se perguntaram o porquê de Deus ter permitido que aquilo tivesse acontecido com a minha família, sendo que minha mãe me deu uma irmã e um irmão normais. Todos achavam que eu não sobreviveria
Quando fiz 15 passei a dedicar minha vida a Deus. Hoje tenho 23 e terminei meu curso universitário de comércio, me formando em planejamento financeiro e contabilidade. Eu também dou palestras de motivação.
Tenho muitos objetivos... quero ser independente financeiramente até fazer 25, quero ser entrevistado pela Oprah, quero ter um carro adaptado para mim. e quero escrever muitos livros... Estou escrevendo meu primeiro livro 'sem braços, sem pernas, sem preocupações'
Que Deus te abençoe
Nick Vujicic
”nada na vida deve ser temido, apenas compreendido”
A DEFICIÊNCIA NÃO ESTÁ NO EXTERIOR ESTÁ DENTRO DE NÓS.
"EU ACHO QUE O VERDADEIRO CICLO DA VIDA ESTÁ TODO DE TRÁS PRA FRENTE. NÓS DEVERÍAMOS MORRER PEIMEIRO, NOS LIVRAR LOGO DISSO. DAí VIVER NUMA ASILO, ATÉ SER CHUTADO DE LÁ POR ESTAR MUITO NOVO. GANHAR UM RELÓGIO DE OURO E IR TRABALHAR. ENTÃO VOCÊ TRABALHA 40 ANOS ATÉ FICAR JOVEM O BASTANTE PARA PODER APROVEITAR A APOSENTADORIA. AÍ VOCÊ CURTE TUDO, BEBE BASTANTE, FAZ FESTAS E SE PREPARA PARA A FACULDADE. VOCÊ VAI PARA O COLÉGIO, TEM VÁRIAS NAMORADAS, VIRA CRIANÇA, NÃO TEM NENHUMA RESPONSABILIDADE, SE TORNA UM BEBEZINHO DE COLO, VOLTA AO ÚTERO DA MÃE, PASSA SEUS ÚLTIMOS NOVE MESES DE VIDA FLUTUANDO ... E TERMINA TUDO COM UM ORGASMO! NÃO SERIA PERFEITO?"
"Não importa onde você parou... Em que momento da vida você cansou... O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar... Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo... É renovar as esperanças na vida, e o mais importante... Acreditar em você de novo. Sofreu muito neste período ? Foi aprendizado... Chorou muito ? Foi a limpeza da alma... Ficou com raiva das pessoas ? Foi para perdoá-las um dia ... Sentiu-se só por diversas ? É porque fechaste a porta até para os anjos... Acreditou que tudo estava perdido? Era o início de uma melhora... Onde você quer chegar? Ir alto ? Sonhe alto... Queira o melhor do melhor... Se pensamos pequeno... Coisas pequenas teremos... Mas se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor... O melhor vai se instalar em nossa vida. Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura."
" Não importa o que é o mundo, o importante, são seus sonhos... Não importa o que você é , o importante é o que você quer ser... Não importa onde você está, importa para onde você quer ir... Não importa o porque, o importante é o querer... Não importa suas mágoas, o importante mesmo, são suas alegrias... Não importa o que já passou... O passado? Guarde na sua lembrança... Nunca pense em julgar. Não veja, apenas olhe. Não escute, apenas ouça... Não toque... sinta. Acredite naquilo que quiser. E, não adianta sonhar, se você não lutar. O mundo é um espelho. Não seja só o seu reflexo. Só acreditando num futuro, você conseguirá a paz para alcançar seus sonhos. Afinal, o que importa? Você importa. Acredite em você".
"O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de "foda-se!" que ela fala".
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.
"Não quer sair comigo? Então foda-se!".
"Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse português vulgar que vingará plenamente um dia.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "pra caralho"?
"Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho. O Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!".
O "Não, não e não!" é tampouco e nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade. O "Nem fodendo!" é irretorquível e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida.
Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo: "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PHD porra nenhuma!" ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!".
O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou seu correlato "Pu-ta-que-o-pa-riu!!!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"?
E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!".
Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação ue atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa.
Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar:
Os tamanhos variam conforme o grau de desenvolvimento. Uma pessoa é grande pra você quando fala do que leu e viveu, Quando te trata com carinho e respeito, Quando olha nos olhos e sorri destravado. É grande quando perdoa, compreende, se coloca no seu lugar, Agindo não de acordo com o que esperam dela, Mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, Quando busca alternativas para o seu crescimento, Quando sonha junto.
Uma pessoa pequena só pensa em si mesma, Se comporta de uma maneira pouco gentil, Se deixa reger por comportamentos clichês E fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar O que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, Pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas. Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: As pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, Mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, Ao passo que ao recolhê-la inesperadamente se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes. Não são a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.